Música e indústria petroquímica em São Gonçalo
Foi anunciada, pelo governo federal, há pouco mais de um ano, a construção de um complexo petroquímico nos municípios fluminenses de Itaboraí e São Gonçalo. Segundo especialistas, tal empreendimento promete mudar o panorama econômico de tais cidades e adjacências.
Os investimentos inicias de cerca de 6,5 bilhões de dólares (Grupo Ultra, BNDES e Petrobrás), pra se ter uma idéia, se equivalem à cerca de 30% do PIB da Bolívia, onde a Petrobrás em dez anos já investiu próximo de 1,5 bilhão de dólares. Sendo assim, a quantidade de dinheiro que deve circular pelas indústrias e empresas da região (e as que futuramente se instalarão nos arredores da petroquímica) deverá modificar de maneira significativa a economia local, podendo transformar a vida da cidade de Itaboraí e cidades vizinhas. A estimativa da Petrobrás é que nos próximos cinco anos sejam gerados na região cerca de 450 mil empregos diretos e indiretos com o projeto. Esse número considera o chamado efeito renda, ou seja, a multiplicação
da quantidade de empregos que será gerada com as obras.
A Petrobrás parece demonstrar interesse em qualificar os moradores locais para trabalharem na construção e operação da petroquímica. A empresa está construindo, em parceria com a prefeitura de São Gonçalo, o Cisg (Centro de Integração de São Gonçalo) onde funcionarão diversos cursos para atenderem as necessidades da petroquímica, utilizando-se os recursos humanos da região.
Nessa nova perspectiva, a cultura musical da cidade poderá se enquadrar numa posição otimista, onde os tradicionais 'barzinhos' com música ao vivo podem se fortalecer com o possível aumento de consumo na região.Indiretamente, músicos e a música local podem sair ganhando. Até mesmo a cena rock, o underground da cidade, que parece se manter vivo com todas as dificuldades, poderá receber, com a melhoria da economia local, uma injeção de ânimo... É esperar pra ver.
Os investimentos inicias de cerca de 6,5 bilhões de dólares (Grupo Ultra, BNDES e Petrobrás), pra se ter uma idéia, se equivalem à cerca de 30% do PIB da Bolívia, onde a Petrobrás em dez anos já investiu próximo de 1,5 bilhão de dólares. Sendo assim, a quantidade de dinheiro que deve circular pelas indústrias e empresas da região (e as que futuramente se instalarão nos arredores da petroquímica) deverá modificar de maneira significativa a economia local, podendo transformar a vida da cidade de Itaboraí e cidades vizinhas. A estimativa da Petrobrás é que nos próximos cinco anos sejam gerados na região cerca de 450 mil empregos diretos e indiretos com o projeto. Esse número considera o chamado efeito renda, ou seja, a multiplicação
da quantidade de empregos que será gerada com as obras.
A Petrobrás parece demonstrar interesse em qualificar os moradores locais para trabalharem na construção e operação da petroquímica. A empresa está construindo, em parceria com a prefeitura de São Gonçalo, o Cisg (Centro de Integração de São Gonçalo) onde funcionarão diversos cursos para atenderem as necessidades da petroquímica, utilizando-se os recursos humanos da região.
Nessa nova perspectiva, a cultura musical da cidade poderá se enquadrar numa posição otimista, onde os tradicionais 'barzinhos' com música ao vivo podem se fortalecer com o possível aumento de consumo na região.Indiretamente, músicos e a música local podem sair ganhando. Até mesmo a cena rock, o underground da cidade, que parece se manter vivo com todas as dificuldades, poderá receber, com a melhoria da economia local, uma injeção de ânimo... É esperar pra ver.








