Recordar é viver!
Todo músico é viciado em palcos ou é uma peculiaridade minha? Em poucos lugares no mundo me sinto tão feliz e à vontade como num palco, principalmente quando se está acompanhado de antigos amigos e tocando um bom Rock'n Roll.

Ontem foi dia de apresentação com a ZonaZill, banda dos meus amigos Maurício, Thiago, Zé Luis e Melão. Há tempos eu não tocava Teclado, mas nem parecia... errei tanto quanto há 5 anos atrás. Mas e daí? Com Thiago solando (e sobrando) na guitarra, quem ia prestar atenção em mim? Foi até melhor, fiz altas caretas, pulei, cantei, gritei. Não estar na Bateria é muito diferente! O peso da responsabilidade num conjunto caí uns 70%. Com isso, da pra olhar melhor as pessoas, curtir a posição.

O som estava ótimo, com uma ressalva para o Baixo que estava com o volume igual ao nome, no retorno. A casa, lotada como há muito eu não via, mas tenho que admitir: o Funk está vencendo de lavada dos outros ritmos no Rio de Janeiro. Por mais que algumas pessoas usem a desculpa de que a batida é ótima para dançar, é difícil admitir a barbárie das letras, gestos e coreografias.

Enfim, numa noite como a de ontem nada seria capaz de estragar a minha felicidade! Senti falta do Cláudio e do Fábio, pois há 2 anos venho tocando só com eles. Mas, com toda certeza, a Sunshine não é espaço para a Benzeno... não num dia normal de boate.

Até a próxima!

Ontem foi dia de apresentação com a ZonaZill, banda dos meus amigos Maurício, Thiago, Zé Luis e Melão. Há tempos eu não tocava Teclado, mas nem parecia... errei tanto quanto há 5 anos atrás. Mas e daí? Com Thiago solando (e sobrando) na guitarra, quem ia prestar atenção em mim? Foi até melhor, fiz altas caretas, pulei, cantei, gritei. Não estar na Bateria é muito diferente! O peso da responsabilidade num conjunto caí uns 70%. Com isso, da pra olhar melhor as pessoas, curtir a posição.

O som estava ótimo, com uma ressalva para o Baixo que estava com o volume igual ao nome, no retorno. A casa, lotada como há muito eu não via, mas tenho que admitir: o Funk está vencendo de lavada dos outros ritmos no Rio de Janeiro. Por mais que algumas pessoas usem a desculpa de que a batida é ótima para dançar, é difícil admitir a barbárie das letras, gestos e coreografias.

Enfim, numa noite como a de ontem nada seria capaz de estragar a minha felicidade! Senti falta do Cláudio e do Fábio, pois há 2 anos venho tocando só com eles. Mas, com toda certeza, a Sunshine não é espaço para a Benzeno... não num dia normal de boate.

Até a próxima!







