Navegando pelo YouTube, encontrei esta antiga pegadinha que o Faustão pregou em cima do Herbert Vianna. O líder dos Paralamas do Sucesso foi convidado para autografar CDs da banda numa loja, no entanto os discos eram piratas. Vejam o que rolou:
Apesar da saia justa, o Herbert foi bastante educado. No final, a mensagem que realmente importa: a pirataria (CDs, brinquedos, roupas, etc) abastece um ilegal e crescente mercado que, com a sensação de "estar economizando", só traz prejuízos à população.
Repasso este texto, escrito pela minha amiga de faculdade, Djailma Mendes, para todos aqueles que irão apertar "Confirma" neste domingo. Boa leitura e pensem bem!
"A primeira dica para escolher um candidato é: despreferencie todos os candidatos cuja música de campanha seja funk, forró, pagode, samba, axé ou similares; nada contra aos ritmos citados. Descarte também os pretensos candidatos que além de utilizarem os ritmos mais populares para seduzir à massa o fazem com o volume beirando o ensurdecedor; decibéis e mais decibéis de rimas medonhas com mensagens subliminares. Também devem ser descredenciados todos os candidatos que possuem nomes ou pseudônimos esdrúxulos, tais como: 'Gordo', 'Clarão', 'Pipoqueiro', 'Açougueiro' e similares. Ainda nesta lista devem ser incluídos todos os “verendeciáveis” e “prefeiteciáveis” que espalham faixas e mais faixas (principalmente nos bairros mais pobres) do tipo: 'A comunidade X agradece ao amigo Papai Noel as melhorias feitas na rua...' (como se isso não fosse obrigação!) Com estes, vão também aqueles que de última hora recapiam o asfalto da cidade ou bairro; distribuem cestas básicas, torrões de açucar, dentaduras, camisetas, bonés e toda sorte de bugingangas – o Kula dos trópicos; existente desde o primeiro contato entre colonizadores e colonizados. Outra dica que não pode ser descartada é: não vote em analfabetos, mas cuidado com intelectuais e letrados. Não dê preferência aos que poluem visualmente sua cidade ou bairro; nem aos que em outra gestão não governaram com sobriedade; despreferencie os candidatáveis recandidatáveis, principalmente se além da falta de sobriedade, faltaram também com a honestidade. Descandidate os candidatos que se utilizam de títulos e postos (Dr. , Pr., Prof., Cel., etc). E por fim não eleja candidatos que no dia da eleição fazem boca de urna; ou que se utilizam dos seus times de futebol para aliciar botafoguenses, flamenguistas, vascaínos, tricolores e até mesmo banguenses.
Se mesmo após seguir todas esssas dicas, ainda sobrar algum candidato, vote nele; este tem chances de ser um bom político, ou não.
Segundo Sérgio Buarque de Holanda- O tipo de solidariedade herdada dos ibéricos está mais fundada na afetividade, nos laços sentimentais entre parentes e amigos, que na política ou nos interesses políticos, idéias e ideais. O que até agora ainda não sabemos se é bom ou ruim. Talvez a solidariedade e afetividade extremadas expliquem o nosso gosto por políticas, medidas e governantes populistas chamados carinhosamente de 'Pai'. Pai me dá um real ?!"
Ser professor não é fácil. Não digo isso baseado em velhos clichês (baixo salário, más condições do ensino, falta de interesse dos alunos, etc), mas sim pelo grau de responsabilidade que carregamos.
São dezenas de vidas por ano letivo pelas quais temos que doar nossos conhecimentos, dedicação, paciência... devemos incentivar alunos sem estímulo, ajudá-los a superar dificuldades e ainda dar conselhos amigos.
E quer saber? Eu adoro fazer isso! Adoro ser professor, amo meus alunos (até os mais bagunceiros) e busco participar de atividades extra-classe com eles.
Aqui estão algumas fotos de dois momentos interessantes que passei esse ano: o 3º AnimeKá, um encontro de Anime organizado por jovens aqui da cidade que já está na terceira edição; e um passeio da escola até o Teatro Abel para assistir a peça "Mamãe não pode saber" da companhia "Os surtados".
Enfim, isso pra mim é um pouco do que é ser professor. Essa profissão me deixa feliz, me enche de orgulho!