Benzeno Multimídia Fotos Agenda Diários e Notícias Loja Contato
BENZENO
www.bandabenzeno.com
Bruno
Cláudio
Fábio
Cláudio

Domingo, 30 de Novembro de 2008

Passeio em Cordeiro



Estive com o Bruno em Cordeiro este fim de semana. Uma cidadezinha no interior do Estado que eu ainda não conhecia, apesar de ficar no caminho para São Fidélis, onde tenho parentes.

Fomos para o casamento de um amigo do Bruno, mas isso eu deixo para ele contar. Eu vou falar um pouco sobre uma coisa que me chamou a atenção na viagem, um aparelho que vem sendo bastante utilizado por motoristas atualmente, o GPS. Saiba mais lendo aqui!

No início da viagem o GPS funcionou que foi uma beleza, com toda orientação correta até Itaboraí... mas a partir dali foi o caos! Se eu não conhecesse a estrada o Bruno iria parar em qualquer lugar, menos em Cordeiro. Então, fica a dica para quem tem ou está pensando em adquirir um navegador pessoal: o aparelho serve para auxiliar nas viagens, inclusive mostrando os pontos onde tem radares, postos de gasolina, restaurantes (dependendo do modelo); mas nunca saia de casa sem procurar conhecer o caminho antes através de mapas, para se certificar que não vai ter surpresas desagradáveis pelo caminho.

O GPS no Brasil está hoje como foi o celular no fim da década de 90, com cobertura plena apenas nos grandes centros urbanos, no mais ele só mostra as principais rodovias e olhe lá!

De resto foi tudo ótimo! Conheci pessoas legais e o casamento foi bacana. Espero viajar mais assim com a Benzeno completa, fazendo shows por aí!

Sábado, 23 de Agosto de 2008

Estreando a nova Pedaleira

Sábado passado estreei minha nova pedaleira Tonelab LE, e dei adeus aos meus poucos pedais cheio de chiados, cabos, ruídos e configurações limitadas. Haja vista que tendo poucos pedais, fica difícil ser versátil, com muitos, não se escapa do sapateado pra mudar os timbres, fora o monte de tralhas pra carregar. Nesse caso, quando se tem paciência pra lidar com botões, um “bom multiefeito” aliado a uma “boa guitarra” facilita bastante.

‘É outra coisa’ estar com os timbres prontos pra cada música, com apenas o toque de um botão. A Tonelab me surpreendeu bastante, os timbres são bem reais, as simulações são ótimas, os efeitos são bem atuais, tem um afinador bem prático, é possível usá-la com um efeito externo pelo insert. Ela também tem saída digital ótica, é bem contruída, rústica e isso fora a válvula que faz diferença no som.

Como a banda só tem um guitarrista, preciso de praticidade e rapidez na hora de mudar os timbres, que estando regulados e testados com antecedência, fica menos provável de dar alguma encrenca na hora do show.

Depois de muita pesquisa e ouvindo a opinião de várias pessoas, optei pela pedaleira Vox Tonelab, pelo fato de ter timbres parecidos com os de pedais, ser mais vintage, prática e ter o tipo de som mais parecido com que eu curto.

Como ainda não tenho uma boa guitarra, (ainda chego lá...uma Fender strato quem sabe...hehe!) também dei uma turbinada na captação da minha Les Paul Epiphone. Botei dois Captadores Dimarzio. O som ficou bem bacana.

Já em estúdio eu esqueço essa coisa de pedaleira que é prático pra ao vivo. Fica mais fácil e eficiente timbrar uma guitarra Fender ou uma Gibson em um bom Amplificador de guitarra tipo um Fender ou Marshall. São destes amp’s os timbres ouvidos no álbum “Dias Insanos”.

Abraços a todos e até a próxima!

Domingo, 20 de Julho de 2008

Carro elétrico



Esses dias eu vi na tv uma reportagem falando sobre um carro movido a eletricidade, e como viciado em tecnologia que sou e a tudo que diz respeito a eletricidade, acabei dando uma pesquisada sobre o assunto. Descobri que já existem no mercado carros que além do motor a explosão também possuem um motor elétrico para se locomover. Estes são conhecidos como “carros híbridos”.

O princípio é simples: todo veículo gasta mais energia para sair do lugar, subindo ladeiras ou ultrapassando. Grosso modo, desconsiderando a partida para um carro hipotético que viajasse sempre a 100 km/h sem passar por ladeiras e sem ultrapassagens seria suficiente um motor menos potente, tipo 1300 cilindradas. Este seria bem econômico.

Com o auxílio de uma bateria mais eficiente do que as usadas nos automóveis comuns, os carros híbridos utilizam um motor elétrico em conjunto com o motor a explosão, assim quando o carro necessita de mais força, utiliza o motor elétrico, e ainda tem a vantagem de recarregar a bateria durante as frenagens, pois o motor elétrico se comporta como um gerador de eletricidade quando é forçado a girar estando desligado, tornando o carro mais econômico e menos poluente.

Mas, acredito, que ainda leve alguns anos para a popularização dos carros movidos a eletricidade. Isso vai depender do advento de baterias mais eficientes do que as utilizadas hoje em dia em laptops e celulares, pois esse tipo de bateria “íons de lítio”, sendo utilizadas em veículos pesam em torno de 500 kg. Há também o fato de que a bateria demora bastante para recarregar. Aliás, essa é a parte que ainda encarece o carro elétrico: a bateria, sem contar que ela tem uma vida útil de aproximadamente 10 anos (gerando lixo no seu descarte).

Com certeza o carro híbrido será a transição entre o poluente carro a explosão e o carro movido a eletricidade.

Comparando: atualmente não vejo muita diferença entre o automóvel movido a combustível e o velho fogão a lenha... heita coisa fumacenta... hehe!

Alguns links relacionados

http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL456356-9658,00.html

http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL631051-9658,00.html

Domingo, 6 de Abril de 2008

Caramba...

Caramba, tenho andado meio desanimado com o rumo, o qual minha vida tem tomado, mas como pra quase tudo há remédio, isso passa...

Então, no caminho para o ensaio da Benzeno por um trajeto mais rápido e barato, só que por uma estrada acidentada que corta um lugar chamado Ipiíba, onde o tempo esqueceu de passar, praticamente só existe: pasto, gado, carroças, lama, cavalos com ônibus tipo remédio “duas vezes ao dia”. Com uma população, que não sabe se é rural ou urbana.

Observei que o motorista do ônibus parecia mais um peão em cima de um touro selvagem galopando em cima de tantos buracos com uma mão pro alto e outra no volante tentando se equilibrar. Reparei que as pessoas tomaram as calçadas com construções irregulares à margem do rio fazendo com que na estrada só caiba um carro por vez em alguns trechos.

Acabei me tocando que os buracos, fazem parte de qualquer cidade, assim como o descaso das autoridades. Um trecho de estrada de aproximadamente 5 km, com poucos eleitores, não é interessante ser pavimentado, mas caso fosse seria um atalho imenso evitando engarrafamentos levando desenvolvimento àquele lugar.

Vi que as opções de lazer são poucas se restringindo a igrejas e bares.Em uma brincadeira daria até pra dividir o homo-sapiens em espécies diferenciadas não só naquele lugar mas em grande parte do Brasil: nos botecos vivem os homo-cachacerus, viciados na ‘seiva’ produzida pela cana fermentada; nas igrejas homo-alienadus, pela alienação política, social e ausência de pensamento crítico; no geral, homo-papagaius, pela repetição incessante de tudo que assistiram na tv; nas escolas homo-decorebas, para ter a todo custo o diploma e não simplesmente pelo aprendizado; a grosso modo, homo-corruptos sempre querendo levar vantagem de alguma forma; e homo-honestus, que é uma espécie rara e em extinção.

Benzeno Multimídia Fotos Agenda Diários e Notícias Loja Contato