Biocombustíveis e melhoria de renda
Hoje quando estava vindo da faculdade, ouvi na rádio, a ‘Hora do Brasil’, e percebi que há algumas tendências que começam a serem exploradas pelo governo em consonância com o pensamento de pessoas que transparecem importância, como cientistas.
No último dia 17, quando estive presente no Seminário Fluminense de Biocombustíveis (prévia do Panambio 2009, que será realizado na Uff), percebi duas intenções explícitas nos discursos dos cientistas palestrantes. A primeira era a criação de uma espécie de empresa nacional dos biocombustíveis. A segunda estava centrada na agricultura familiar para o cultivo de oleaginosas.
Quando hoje ouvi na rádio sobre a intenção do governo em investir na agricultura familiar, incentivar o aumento da produção de biocombustíveis, aumentando gradativamente, até 5%, a inclusão de biodíesel no diesel comum (até 2010), fiquei surpreso em perceber que o governo está alinhando suas metas de acordo com desejos dos pesquisadores da área, pelo menos em relação os que estavam presentes no seminário.
Com a agricultura familiar, diziam os palestrantes, “famílias pobres podem alcançar renda extra”, fazendo com que dois objetivos importantes para o Brasil possam ser, de certa maneira, ‘alcançados’ simultaneamente: melhoria na distribuição de renda e acréscimo na produção de biocombustíveis.
Atualmente, há uma tendência de crescimento das incertezas e preocupações quanto ao futuro do mundo em relação ao aquecimento global e suas implicações na economia mundial. Com a população aumentando, a renda melhorando, o mundo precisa de mais energia e comida. A crise energética alavancada pelo aumento do preço do barril do petróleo (que hoje está custando por volta de U$ 120) e a inflação no preço dos alimentos, onde pessoas importantes de países ricos lideram críticas contra as plantações destinadas à produção de biocombustíveis, geram ainda mais insegurança. Mesmo com todos os problemas, escassez de fontes energia e alimentos, o Brasil assume posição estratégica. Além das descobertas de novos campos de petróleo e gás (diga-se de passagem, divulgaram Tupi e Júpiter na bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro, porém, também há descobertas no mar do Espírito Santo e no litoral do Nordeste, entre outras, isto tudo liberado em publicações oficiais, dentre revistas e palestras), o Brasil tem grande potencial na produção de biocombustíveis e continua sendo grande produtor de alimentos. O número de terras não utilizadas para nenhum fim, seja para alimentos ou plantação de oleaginosas, pode ser muito maior do que se pensa.
É provável que a produção de biocombustíveis possa influenciar na produção de alimentos. Há muita discussão em torno do assunto, pois, percebi todo o cuidado de alguns palestrantes em se tratar do assunto, porém vejo de maneira otimista as possibilidades de melhorias, trazidas à tona no evento, para o lado social. A implementação da agricultura familiar pode gerar renda para famílias excluídas, o que sempre será desejável para um país que deseja ‘melhorar’ a distribuição de renda e isto é um bom começo. De certa maneira o Brasil deve se manter ainda por mais um tempo, num patamar de tranqüilidade quanto ao balanço de produção e consumo de energia. Terras o Brasil tem de ‘sobra’ pra produzir o que quer.
Desta vez estou acreditando nas falas e propostas, porque não vi políticos falando. Pelo que vi e ouvi no seminário parece que temos chances de encontrar um caminho interessante para o crescimento.
No último dia 17, quando estive presente no Seminário Fluminense de Biocombustíveis (prévia do Panambio 2009, que será realizado na Uff), percebi duas intenções explícitas nos discursos dos cientistas palestrantes. A primeira era a criação de uma espécie de empresa nacional dos biocombustíveis. A segunda estava centrada na agricultura familiar para o cultivo de oleaginosas.
Quando hoje ouvi na rádio sobre a intenção do governo em investir na agricultura familiar, incentivar o aumento da produção de biocombustíveis, aumentando gradativamente, até 5%, a inclusão de biodíesel no diesel comum (até 2010), fiquei surpreso em perceber que o governo está alinhando suas metas de acordo com desejos dos pesquisadores da área, pelo menos em relação os que estavam presentes no seminário.
Com a agricultura familiar, diziam os palestrantes, “famílias pobres podem alcançar renda extra”, fazendo com que dois objetivos importantes para o Brasil possam ser, de certa maneira, ‘alcançados’ simultaneamente: melhoria na distribuição de renda e acréscimo na produção de biocombustíveis.
Atualmente, há uma tendência de crescimento das incertezas e preocupações quanto ao futuro do mundo em relação ao aquecimento global e suas implicações na economia mundial. Com a população aumentando, a renda melhorando, o mundo precisa de mais energia e comida. A crise energética alavancada pelo aumento do preço do barril do petróleo (que hoje está custando por volta de U$ 120) e a inflação no preço dos alimentos, onde pessoas importantes de países ricos lideram críticas contra as plantações destinadas à produção de biocombustíveis, geram ainda mais insegurança. Mesmo com todos os problemas, escassez de fontes energia e alimentos, o Brasil assume posição estratégica. Além das descobertas de novos campos de petróleo e gás (diga-se de passagem, divulgaram Tupi e Júpiter na bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro, porém, também há descobertas no mar do Espírito Santo e no litoral do Nordeste, entre outras, isto tudo liberado em publicações oficiais, dentre revistas e palestras), o Brasil tem grande potencial na produção de biocombustíveis e continua sendo grande produtor de alimentos. O número de terras não utilizadas para nenhum fim, seja para alimentos ou plantação de oleaginosas, pode ser muito maior do que se pensa.
É provável que a produção de biocombustíveis possa influenciar na produção de alimentos. Há muita discussão em torno do assunto, pois, percebi todo o cuidado de alguns palestrantes em se tratar do assunto, porém vejo de maneira otimista as possibilidades de melhorias, trazidas à tona no evento, para o lado social. A implementação da agricultura familiar pode gerar renda para famílias excluídas, o que sempre será desejável para um país que deseja ‘melhorar’ a distribuição de renda e isto é um bom começo. De certa maneira o Brasil deve se manter ainda por mais um tempo, num patamar de tranqüilidade quanto ao balanço de produção e consumo de energia. Terras o Brasil tem de ‘sobra’ pra produzir o que quer.
Desta vez estou acreditando nas falas e propostas, porque não vi políticos falando. Pelo que vi e ouvi no seminário parece que temos chances de encontrar um caminho interessante para o crescimento.
Marcadores: biocombustíveis, crise energética, economia global, inflação de alimentos, petróleo







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