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BENZENO
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Domingo, 20 de Setembro de 2009

O Peixe Vivo foi um sucesso!

Na última sexta-feira a Benzeno tocou no Peixe Vivo, um ótimo evento que ainda está rolando lá no Teatro da UFF, saiba mais aqui!

À seguir, um clique da minha amiga Michelle enquanto eu tocava e cantava Terras e Chão, a segunda música do nosso CD (que você pode ouvir completo, aqui).

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Apresentações Sesc e Uff

Olá pessoal...

Quanto tempo hein...rs

Estou passando por aqui pra avisar

que estaremos nos apresentando, neste sábado, dia 22/11, no evento

Urbanus, realizado pelo Sesc-Niterói,

No bairro Engenho do Mato, Niterói...


Estaremos também no último dia da semana acadêmica, dia 27/11, quinta feira, na UFF

no primeiro festival de bandas da Engenharia...

O evento vai contar com mais 4 bandas e o palco vai ser montado no 'pátio'

da Escola de Arquitetura. O evento está programado pra começar a partir das 19 horas.

Este é um evento pioneiro que faz parte da semana da engenharia, que ocorre a partir do dia 24/11. Palestras, mini-cursos, seminários estarão sendo realizados em todas as partes da universidade.

Conto com a presença de todos

Grande abraço e até a próxima

Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

A linha 3 do metrô é muita cara mesmo? E o boicote ao BNDES?

25/9/2008

Hoje de manhã estava assistindo a um telejornal, onde se falava na possibilidade de calote do governo equatoriano ao BNDES, que havia emprestado duzentos e poucos milhões ao país para a construção de uma hidrelétrica.

Ao mesmo tempo, aqui na região metropolitana do Rio de Janeiro, todos os governantes são unânimes em dizer que a construção da linha 3 do metrô, que ligaria o centro do Rio a Itaboraí é muito caro: Sairia em mais de 1 bilhão de reais.

Há um tempo atrás li na internet que o BNDES também estava custeando obras na capital venezuelana.
E o que a gente não sabe? Será que há outros investimentos extra limites tupiniquins?

Quanta possibilidade de calote há nisso tudo?

O mais estranho é pensar que na região onde vai ser construído o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), não haja a intenção explícita de se construir toda uma infra-estrutura de transportes.
E pensar que muito dinheiro do BNDES pode estar nos próximos dias nas mãos de caloteiros sul-americanos não-brasileiros...

Domingo, 13 de Julho de 2008

Ouça Benzeno não beba Benzeno

Justiça americana investiga níveis de benzeno em refrigerantes
A juíza Kathryn H. Vratil decidiu, no dia 29 de maio, que a Justiça Federaldo estado de Kansas é competente para investigar se os fabricantes de refrigerantes nos Estados Unidos, incluindo empresas como Coca-Cola e Pepsi Cola, estão vendendo bebidas feitas com ingredientes que podem causar câncer. A suspeita maior recai sobre a possível utilização de ingredientes que contenham benzeno. Os autores da ação pedem que os fabricantes refrigerantes sejam obrigados a removar dos pontos de venda as bebidas suspeitas. A ação também tem um pedido específico para que seja determinada pela Justiça uma completa reformulação do processo de fabricação dos refrigerantes nos Estados Unidos, a fim de evitar que os consumidores sejam expostos a qualquer ingrediente que possa causar câncer. Outro pedido formulado pelos autores oferecem reembolsos a consumidores que os compraram. Segundo os autores da ação - uma ação civil coletiva, o benzeno pode formar o chamado ácido ascórbico, benzoato de sódio ou benzoato de potássio, principalmente em refrigerantes que contêm vitamina C. Alguns pesquisadores afirmam que fatores como calor ou exposição à claridade podem ativar e acelerar uma reação que forma o benzeno nos refrigerantes. A juíza Kathryn H. Vratil não atendeu ao pedido dos fabricantes, incluindo a PepsiCo Inc., Sunny Delight Beverages Co. e a Rockstar Inc. Os autores da ação, assessorados pelo escritório Sader & Garvin LLC, de Kansas City, sustentam que a Diet Wild Cherry Pepsi (Pepsi diet sabor cereja) apresenta níveis de benzeno quatro vezes superior do que o permitido pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (Environmental Protection Agency). O nível de máximo admitido de benzeno nesse tipo de bebida é de cinco partes por bilhão. O porta-voz da Pepsi, Dave DeCecco, declarou à agência AP que a FDA analisou os produtos das empresa e não encontrou nenhuma razão para preocupação relacionado com os níveis de benzeno. "Nós acreditamos que esta ação está completamente equivocada, razão pela qual nós continuaremos nos defendendo das acusações sem fundamento", disse. Ele explicou ainda que a Pepsi diet sabor cereja foi reformulada no ano passado. A Coca-Cola, outra demandada no processo, resolveu mais acabar com a polêmica mais cedo, e fez um acordo este mês com os autores da ação. A Coca se propôs a substituir as bebidas que os autores indicaram no processo (Fanta Pineapple e Vault Zero) no período anterior a setembro de 2006. A empresa também se comprometeu a reformular a composição das bebidas.
Após a divulgação pela imprensa de que a ação vai prosseguir, na Justiça de Kansas, as ações da PepsiCo caíram 34 centavos, e passaram a ser cotadas a US$ 68,48 no dia 29.
Os riscos
Segundo os autores, em dezembro de 1990, representantes da Associação dos Fabricandes de Refrigerante dos Estados Unidos (NSDA - National Soft Drink Association) já tinham conhecimento dos riscos da presença do benzeno nos refrigerantes. Isso porque membros da associação dos fabricantes se reuniram com dirigentes do FDA para discutir a possível presença de benzeno na composição dos refrigerantes em determinadas situações, embora os testes de laboratório feitos na época não tenham sido conclusivos. A associação, que hoje chama-se American Beverage Association, da qual a Pepsi é hoje um de seus sócios principais, tem como sócias as outras indústrias de refrigerantes que estão no pólo passivo da ação: Sunny Delight, Rockstar e Coke Enterprises.
Na ação, os autores informam que um memorando do FDA de 18 de janeiro de 1991 informou que, quando as bebidfas foram expostas a calor e iluminação, o benzeno pode se formar como resultado da interação entre o benzoato de sódio e ácido ascórbico, ácido cítrico ou ácido de erythoribic. O FDA notificou então a NSDA para identificar métodos para impedir a formação de benzeno nas bebidas. Além disso, o FDA solicitou que a entidade adotasse medidas para que os fabricantes pudessem identificar e sanar o problema.
Conforme o relato dos autores, enquanto alguns fabricantes desenvolveram formulações de produto alternativas, mas outros continuaram fabricando bebidas que contêm a combinação de benzoato de sódio e ácido ascórbico, ácido cítrico ou ácido de erythoribic "para reduzir custos e preservar o sabor".
Entre 1995 e 2001, o FDA fez os testes intitulados de "prova cega" em refrigerantes e sucos industrializados ("soft drinks"), que revelaram presença de benzeno em alguns produtos, em patamares superiores às cinco partes por bilhão - nível permitido pelos órgãos reguladores. Ainda de acordo com os autores, em 2006, um teste independente revelou a presença de níveis de benzeno nas bebidas das empresas que estão sendo processadas.
U.S. District CourtKansas City


A decisão
Para tentar a extinção da ação, sem o julgamento do mérito, as empresas afirmaram preliminarmente que este caso exige perícias científicas e técnicas significativas, de alta complexidade, para avaliar a segurança dos aditivos de alimentos, como benzoato de sódio, ácido ascórbico, ácido cítrico e ácido de erythoribic. A defesa argumentou que o sistema judicial não está aparelhado para avaliar os reais níveis de benzeno presentes nos refrigerantes.
Os advogados das empresas citaram decisões judiciais que já teriam decidido a "competência primária" do FDA para analisar questões semelhantes, como o caso S. Utah Wilderness Alliance v. Bureau of Land Mgmt. Também lembraram que a doutrina já teria consagrado o entendimento segundo o qual que uma decisão num caso como esse proferida por um tribunal ameaçaria a uniformidade do sistema regulador, sem contar nos "riscos" institucionais de se conferir a um tribunal analisar assuntos fora de sua "experiência convencional". Na opinião da juíza, porém, os métodos que inibem a formação e a concentração de benzeno apresentam um risco inaceitável para os consumidores e é necessário protegê-los contra os riscos à saúde. A juíza também descartou a possibilidade de deslocar a competência da análise dos riscos para a agência governamental FDA (Food And Drug Administration) porque o órgão federal não dispõe também de métodos consagrados para definir os riscos ou área de perícias com capacidade reconhecida nesta área.
Por isso, a magistrada decidiu rejeitar o pedido da defesa para a extinção da ação. Determinou também que as partes deverão se manifestar novamente, sobre os argumentos da ação, até 8 de junho.
A juíza
A juíza Kathryn H. Vratil foi designada para a Justiça Federal de Kansas em 1992. Nascida em 1949, em Manhattan, Kansas, ela cursou a Faculdade de Direito da Universidade do Kansas, onde se formou em 1975. Antes de se formar em Direito, Kathryn concluiu, na mesma universidade, bacharelado em Artes.
Para ler a íntegra da decisão, clique no link a seguir:
http://www.ksd.uscourts.gov/opinions/062163KHV-78.pdf
Link de origem http://www.expressojuridico.com.br/index.php?pagid=NEBjvml&id=14&tipo=YK0Zw&esq=NEBjvml&id_mat=5636

“Ouça Benzeno, não beba Benzeno”.

Domingo, 4 de Maio de 2008

Domingo à noite

Boa noite a todos...

Estou vendo o famoso programa de domingo à noite da rede globo..

E toda hora aparece uma chamada para a entrevista do Ronaldo “fenômeno”....
Mais uma pergunta..... e mais uma.. e anuncia-se que daqui a pouco virá a resposta...

Realmente, isso acaba gerando uma expectativa...

Fico surpreso que isso aconteça o tempo todo.. com todo mundo....

Ao mesmo tempo, apresentam uma passeata em favor da descriminalização da maconha

Pessoas brigando, com bandeiras vermelhas, estudantes universitários e hippies...

Será que é só isso..?

A tv é só isso?

Acabei de ler também que a TV Record vale atualmente 2 bilhões de reais...
No entanto seu dono, Edir Macedo, declara somente a renda de 8 mil reais por ano...

Enfim,.... Ver o vazio ‘fenômeno’ dos travestis.. (uau!!!!)

Ver pessoas querendo garantir o seu barato (uau!!!), caramba, rola até passeata...

Caramba... como devemos ter cara de bobo.. uma igreja dona de redes de tv e rádio e com
seu dono declarando menos de 1000 reais de renda por mês... devemos ter cara de otário...

deve ser isso....

E aí, o que você pensa disso?

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u373563.shtml
http://veja.abril.com.br/040707/p_086.shtml

Economia da “bio”cachaça

Olá pessoal...
Alguém saberia me informar se...
Vou explicar...

Andam dizendo por aí que a produção de biocombustíveis vai fazer aumentar os preços dos alimentos

Dizem que a produção norte americana é equivocada
Pois usa o milho para produzir álcool

Dizem também que no Brasil não haverá problema, pois aqui, utilizamos cana de açúcar para o mesmo fim...

Dizem que a produção de cana de açúcar não concorre com a produção de alimentos

Mas eu sei muito bem que da cana também vem garapa, cachaça...

E aí? Será que não haverá aumento de preço da cachaça?

Será que haverá diminuição do número de cachaceiros?

Alguém tem alguma sugestão?

Abraço a todos.

Sábado, 3 de Maio de 2008

Berimbau na medicina

Olá pessoal tudo bem?
Será que alguém vai visitar este blog?
Bom....
Mas vamos lá.

Gostaria lançar um desafio

Há alguns dias venho assistindo na tv o episódio envolvendo o coordenador do curso de medicina da UFBA, no qual ele joga para cima dos alunos a culpa pelo fato de o curso ter recebido nota baixa na avaliação do MEC.

O coordenador disse que baiano tem pouco QI e por isso toca um instrumento de uma corda só.

Que cara doido...

O desafio é o seguinte:

Alguém saberia me informar se o tal coordenador sabe tocar berimbau?

Respondam-me por favor...rs

Abs

Sábado, 26 de Abril de 2008

Biocombustíveis e melhoria de renda

Hoje quando estava vindo da faculdade, ouvi na rádio, a ‘Hora do Brasil’, e percebi que há algumas tendências que começam a serem exploradas pelo governo em consonância com o pensamento de pessoas que transparecem importância, como cientistas.
No último dia 17, quando estive presente no Seminário Fluminense de Biocombustíveis (prévia do Panambio 2009, que será realizado na Uff), percebi duas intenções explícitas nos discursos dos cientistas palestrantes. A primeira era a criação de uma espécie de empresa nacional dos biocombustíveis. A segunda estava centrada na agricultura familiar para o cultivo de oleaginosas.
Quando hoje ouvi na rádio sobre a intenção do governo em investir na agricultura familiar, incentivar o aumento da produção de biocombustíveis, aumentando gradativamente, até 5%, a inclusão de biodíesel no diesel comum (até 2010), fiquei surpreso em perceber que o governo está alinhando suas metas de acordo com desejos dos pesquisadores da área, pelo menos em relação os que estavam presentes no seminário.

Com a agricultura familiar, diziam os palestrantes, “famílias pobres podem alcançar renda extra”, fazendo com que dois objetivos importantes para o Brasil possam ser, de certa maneira, ‘alcançados’ simultaneamente: melhoria na distribuição de renda e acréscimo na produção de biocombustíveis.

Atualmente, há uma tendência de crescimento das incertezas e preocupações quanto ao futuro do mundo em relação ao aquecimento global e suas implicações na economia mundial. Com a população aumentando, a renda melhorando, o mundo precisa de mais energia e comida. A crise energética alavancada pelo aumento do preço do barril do petróleo (que hoje está custando por volta de U$ 120) e a inflação no preço dos alimentos, onde pessoas importantes de países ricos lideram críticas contra as plantações destinadas à produção de biocombustíveis, geram ainda mais insegurança. Mesmo com todos os problemas, escassez de fontes energia e alimentos, o Brasil assume posição estratégica. Além das descobertas de novos campos de petróleo e gás (diga-se de passagem, divulgaram Tupi e Júpiter na bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro, porém, também há descobertas no mar do Espírito Santo e no litoral do Nordeste, entre outras, isto tudo liberado em publicações oficiais, dentre revistas e palestras), o Brasil tem grande potencial na produção de biocombustíveis e continua sendo grande produtor de alimentos. O número de terras não utilizadas para nenhum fim, seja para alimentos ou plantação de oleaginosas, pode ser muito maior do que se pensa.
É provável que a produção de biocombustíveis possa influenciar na produção de alimentos. Há muita discussão em torno do assunto, pois, percebi todo o cuidado de alguns palestrantes em se tratar do assunto, porém vejo de maneira otimista as possibilidades de melhorias, trazidas à tona no evento, para o lado social. A implementação da agricultura familiar pode gerar renda para famílias excluídas, o que sempre será desejável para um país que deseja ‘melhorar’ a distribuição de renda e isto é um bom começo. De certa maneira o Brasil deve se manter ainda por mais um tempo, num patamar de tranqüilidade quanto ao balanço de produção e consumo de energia. Terras o Brasil tem de ‘sobra’ pra produzir o que quer.
Desta vez estou acreditando nas falas e propostas, porque não vi políticos falando. Pelo que vi e ouvi no seminário parece que temos chances de encontrar um caminho interessante para o crescimento.

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Domingo, 20 de Abril de 2008

Um texto interessante

E aí pessoal, tudo blz?

Estava navegante pela net e encontrei um texto interessante. Fala sobre o problema do jabá, a compra dos canais de distribuição de música e tudo mais... Dêem uma lida..

abs

Retrospectiva - Sobre o Jabá
O Estado de S. Paulo - 17/4/2008 - Por Mauro Dias - Junho 1999
Site Digestivo Cultural

A música brasileira entrou num impressionante processo de decadência. Errado. A música brasileira continua boa como sempre. Há grandes compositores, cantores, instrumentistas. Mas não é possível dizer que estejam em atuação. Tentam atuar. Não têm onde. Tentam viver da arte – tolice. São dentistas, fiscais do INSS, professores, motoristas de táxi, balconistas, colunistas de jornais – essas atividades garantem a sobrevivência. Tomam tempo – a criação artística, que é a atividade principal (estamos falando de artistas) acaba sendo deixada para as horas possíveis. A música brasileira que toca nos rádios, na televisão, nos grandes palcos, nos estádios, nas festas de São João, no carnaval, nas convenções de criadores de gado é que está em decadência. E só ela que aparece. A outra música, a boa, existe, mas não aparece. A culpa é dos radialistas, dos que montam trilhas sonoras de televisão, dos executivos das gravadoras, dos produtores de discos e espetáculos, dos marqueteiros da indústria de entretenimento. Essa gente criminosa está transformando, conscientemente, coração em tripa. É responsável pela seleção do que você ouve e deixa de ouvir. Essa gente está assassinando o que há de mais rico em nossa produção cultural. E ganhando muito, muito, muito dinheiro. É essa a idéia. Ganhar dinheiro, e dane-se o resto. Um disco, na indústria, não é chamado de disco, mas de "produto". O produto precisa vender. Para que o produto venda, precisa ser exibido. Até agora, apenas regra de mercado, nada demais. No entanto, para que seja exibido, paga-se ao exibidor – ao programador de rádio, ao apresentador de programa de auditório televisivo. Como são muitos, os produtos, sobe o cachê do exibidor. É uma prática antiga, tem até nome: jabá. Paga-se o jabá para que a música toque, sempre foi assim. Mas o mecanismo perverso foi ficando mais perverso. Quem pode pagar mais, consegue maior número de execuções. Isso é reproduzido no País inteiro. Quem pode pagar mais, escolhe o que você vai ouvir. E você fica achando que é só aquilo que se produz de música. Porque é só aquilo que está ao seu alcance. Quem não paga, não toca. Não existe. Há alguns anos, uma igreja evangélica comprou a rádio FM Musical, de São Paulo, capital. Era uma rádio que só tocava música brasileira. Praticava o jabá, como todas, mas como a audiência era menor, o preço era menor. O que permitia o acesso às ondas sonoras a alguns artistas menos conhecidos – os tais que são dentistas ou fiscais do INSS. Às vezes, até sem pagamento de jabá programava a execução deles. Misturava um pouco de "música de mercado" e de música de verdade. Talvez por isso não tenha resistido. Nota do Editor Texto gentilmente cedido pelo autor. Publicado originalmente no jornal O Estado de S. Paulo em junho de 1999.

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Domingo, 23 de Março de 2008

Música e marketing: Abrindo o próprio negócio

Boa noite a todos!

E aí?
Estava vendo tv e vi algumas coisas muito doidas.
A música é muito ingrata. Ou sei lá, os músicos é que não são artistas. Ou não são cantores. Ou são outra coisa...
Vi na tv, hoje à noite, que uma brasileira acabou se envolvendo com o governador de Nova York. Ela não era atriz, mas seu papel era de puta. A coisa pro governador não ficou muito boa, ele acabou perdendo o cargo. Isso tudo foi um escândalo pra ele, custou muito caro. Mas ele acabou tendo status de um grande empresário do jabá.
A menina que saiu do Brasil pra tentar a sorte nos EUA como cantora, acabou mudando de ramo. Ela largou a música, que não estava lhe ajudando muito financeiramente. O governador, grande marketeiro neste caso, ajudou em muito a menina a voltar pro seu negócio, reabrir as oportunidades com a música. Só que a sociedade só foi boa pra ela, pois no fim da matéria, tocou uma música. Era a "menina" cantando. Grande divulgação.

Fui

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